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	<title>De Marseille - Alimentos e Vinhos &#187; História do Vinho</title>
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		<title>A origem do vinho e sua história até a Roma Antiga</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>- O que é o vinho? O vinho é o resultado da fermentação natural do suco de uvas, quando frutas maduras têm suas cascas rompidas e são atacadas por leveduras que transformam o açúcar em álcool. Desta maneira imagina-se que o homem primitivo tenha entrado em contato com este produto. Todos os vinhos, portanto, sejam [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- O que é o vinho?</strong></p>
<p>O vinho é o resultado da fermentação natural do suco de uvas, quando frutas maduras têm suas cascas rompidas e são atacadas por leveduras que transformam o açúcar em álcool. Desta maneira imagina-se que o homem primitivo tenha entrado em contato com este produto.</p>
<p>Todos os vinhos, portanto, sejam eles não espumantes, espumantes, fortificados ou aromatizados, são suco de uva fermentado. Eles podem ser tintos, brancos ou rosados, e de tipo seco, médio ou doce, com um teor alcoólico de 5,5º a 14º. Nos vinhos fortificados, é adicionada aguardente vínica, aumentando assim o volume alcoólico para 15º a 22º. O vinho espumante contém gás carbônico, natural, que é liberado ao se abrir a garrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Origem do vinho</strong></p>
<p>a) A videira é anterior ao surgimento do homem;</p>
<p>b) A Groelândia é o centro paleontológico;</p>
<p>c) Daí, a videira dispersou-se para o Oriente Médio, Ásia Menor, Egito, Grécia, Gália e Europa.</p>
<p>d) Os mais antigas escritos humanos, incluindo os da Babilônia e papiros do antigo Egito, contêm numerosas referências ao suco fermentado da videira.</p>
<p>e) Sem dúvida, a elaboração de vinhos foi uma prática corrente no Oriente Médio, há 3000 a.C.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Bíblia</strong></p>
<p>Há inúmeras referências na história sobre vinhos e uma delas esta registrada no capítulo 9 do Livro de Gênesis, que diz:</p>
<p>“Noé, após ter desembarcado os animais, plantou um vinhedo do qual fez vinho, bebeu, se embriagou e apareceu nu na sua tenda&#8230;”</p>
<p>Estas alegações nos fazem supor que:</p>
<p>a)  Onde quer que Noé morasse antes do dilúvio, existiam vinhedos.</p>
<p>b)  Noé já sabia fazer vinho.</p>
<p>c)   As videiras eram importantes e faziam parte da carga da arca.</p>
<p>d)  40 dias e 40 noites, chovendo, dentro de uma arca com, elefante, papagaio, macaco, mulher, sogra, nora, e depois ainda encalhar em cima de uma montanha&#8230; (deverá ter sido a causa da embriagues).</p>
<p>e)   Na Bíblia há inúmeras outros passagens sobre vinhos. No Novo Testamento, o vinho tem forte presença na origem do cristianismo.</p>
<p><strong>- O vinho no antigo Egito</strong></p>
<p>Seus habitantes relataram em papiros e através de inscrições os hábitos da sociedade da época, no consumo de vinhos em situações alegres e festivas. Na tumba de Tutankamon (mais ou menos 1350 aC) foram encontradas 36 ânforas de vinho, algumas com inscrições descrevendo origem, safra e indicativo de qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Grécia clássica</strong></p>
<p>A bebida foi levada à Grécia, sendo usado como produto alimentício  e no culto religioso a Dionísio. O vinho tinha ainda função medicamentosa, aparecendo tanto na literatura grega como na sua dramaturgia, sendo levado para o Sul da Itália quando da expansão grega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Roma antiga</strong></p>
<p>Desde a sua fundação, Roma e o futuro império adotaram os padrões da cultura helênica(grega) e a utilização do vinho nas suas diversas aplicações, introduzindo-o nas culturas dos povos bárbaros das terras conquistadas. O deus Dionísio dos gregos, transformou-se em Baco para os romanos.</p>
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		<title>História do vinho da Idade Média até o Mundo Novo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Seguindo nossa história do vinho, neste post contamos a evolução partindo da Idade Média até o Mundo Novo. - O vinho na Idade Média • Os europeus medievais bebiam mais vinho do que nos dias de hoje, por prazer, em comemorações ou como indicação curativa de várias doenças. O vinho ganhou importância com a expansão [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo nossa história do vinho, neste post contamos a evolução partindo da Idade Média até o Mundo Novo.</p>
<p><strong>- O vinho na Idade Média</strong></p>
<p>• Os europeus medievais bebiam mais vinho do que nos dias de hoje, por prazer, em comemorações ou como indicação curativa de várias doenças. O vinho ganhou importância com a expansão do Cristianismo, como elemento sacro e tornou-se popular com Carlos Magno que protegeu os parreirais.</p>
<p>• Inúmeras cidades medievais eram circundadas por parreirais, dentro e fora das suas muralhas. Obviamente, a qualidade do vinho medieval não deveria ser tão boa e os consumidores da época possuíam uma língua mais adaptada a um paladar ácido.</p>
<p>• Com uma área plantada maior que a atual, era de se supor que o consumo também fosse muito maior. Em 1991 cada italiano tomava em média 65 litros de vinho por ano. Historiadores demonstram que no século XIV na região de Chianti eram consumidos de 260 a 420 litros de vinho por habitante a cada ano. O vinho da Europa medieval tinha indicações médicas precisas, sendo servido nos hospitais, que muitas vezes cultivavam seus próprios vinhedos como fonte alternativa de renda, que viabilizava o tratamento de pessoas sem recursos. Como o vinho medieval era ácido e quase intragável, nos mosteiros cabia ao mestre cantineiro produzir o bom vinho a partir de técnicas disponíveis na época, como a clarificação com leite, adição de enxofre, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Prescrição do médico Catalão (século XIV)</strong></p>
<p>Sobre os aspectos medicinais dos vinhos emulsionados com ervas, escreveu Arnoudus Vila Nova, médico Catalão no século XIV:</p>
<p>“Este vinho tem propriedades maravilhosas. Pode ser utilizado nos piores dias da doença. Amansa a cobiça e seu aroma alegra a alma. Ele dá forças a todos os membros, aplana as veias, e ao lavar o rosto com ele, revela uma bela aparência. Ele aprimora o paladar da boca. Quando se lava a cabeça com tal vinho, os cabelos deixam de cair, além de promover o crescimento de novos.</p>
<p>Sua utilização afasta todas as coisas más, expulsa a melancolia, aumenta a força do coração e conserva a juventude. Talvez o uso contínuo evite a preguiça do corpo, fortifica os dentes e as gengivas, quando se lava frequentemente um tumor com ele, este sara, fístulas e coisas semelhantes secam e curam-se. Quem bebe pão embebido neste vinho terá mais forças nos membros.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho no século XVII, a aceitação da garrafa e da rolha</strong></p>
<p>A progressiva aceitação da garrafa e da rolha em meados do século XVII, alteraram radicalmente o panorama tornando a atividade vinícola uma atividade financeira importante para os países produtores, visto que alguns vinhos passaram a ser indispensáveis em muitas cortes europeias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Pasteur</strong></p>
<p>Até o século XIX, a maioria dos vinhos eram consumidos dentro do ano de elaboração, devido às dificuldades de conservação. Pode-se dizer que com Pasteur, nasceu a moderna Enologia, combinação da Biologia e Química aplicadas ao estudo do vinho. A Enologia é de certo modo, a medicina do vinho. O vinho não é elaborado em laboratórios, mas é nele que se estuda, se analisa e investiga as medidas necessárias para conservar a qualidade e prevenir enfermidades e acidentes. É preciso harmonizar a técnica moderna com o respeito à tradição, para se obter um grande vinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Século XIX, praga da Philoxera</strong></p>
<p>A partir de 1870, grande parte dos vinhedos europeus foi devastada por uma praga agrícola chamada de Philoxera, que atacava as raízes das parreiras.</p>
<p>A salvação dos vinhedos somente foi possível graças a enxertia sobre porta-seixos de videiras americanas, que eram resistentes a esta praga. (o Chile foi um dos raros países poupados, dada sua condição geográfica).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Implantação de vinhedos no Novo Mundo</strong></p>
<p>No final do século XIX também foi importante a implantação de vinhedos de qualidade nos países do Novo Mundo (América, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, etc&#8230;).</p>
<p>&nbsp;</p>
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