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	<title>De Marseille - Alimentos e Vinhos</title>
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	<description>Desde 1992 tornando todo momento uma ocasião especial</description>
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		<title>Vinho &#8211; Quer dizer que existe diferença entre sabor, gosto e aroma?</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/vinho-quer-dizer-que-existe-diferenca-entre-sabor-gosto-e-aroma-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2014 12:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinho para Iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A notícia ruim é que as palavras sabor, gosto e aroma não tem exatamente o mesmo significado. A boa notícia é que é muito fácil aprender as diferenças entre Sabor x Gosto x Aroma e aprender estas diferenças fará você melhor na arte de beber e cozinhar. Inicialmente, vamos aos conceitos básicos: - Gosto: refere-se [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia ruim é que as palavras sabor, gosto e aroma não tem exatamente o mesmo significado. A boa notícia é que é muito fácil aprender as diferenças entre Sabor x Gosto x Aroma e aprender estas diferenças fará você melhor na arte de beber e cozinhar.</p>
<p>Inicialmente, vamos aos conceitos básicos:</p>
<p><strong>- Gosto:</strong> refere-se aos sentidos dentro de nossa boca, incluindo a língua.</p>
<p><strong>- Aroma:</strong> ocorre dentro de nosso nariz e inclui aspectos relacionados ao sentido do cheiro.</p>
<p><strong>- Sabor:</strong> é a conversão do gosto e do aroma.<span id="more-92"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é Gosto?</strong></p>
<p>O gosto ocorre dentro de nossa boca. O gosto está totalmente relacionado como a nossa língua e a nossa boca reagem com comida e bebida. Nossa língua tem 2 tipos de receptores. Um tipo de receptor é para o gosto, normalmente chamadas de “papilas gustativas” que podem ser encontradas em toda a superfície da língua. O outro é o paladar. O paladar é sentido por terminações nervosas livres nas superfícies da boca e da língua.</p>
<p>- O Gosto foca principalmente no Doce, Salgado, Amargo e Azedo.</p>
<p>- O Paladar foca principalmente na Viscosidade, Temperatura, Picante, Toque e Dor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é Aroma?</strong></p>
<p>As palavras aroma e bouquet são na verdade apenas palavras “pomposas” usadas para descrever odor. Odores são compostos voláteis minúsculos (flutuam no ar) e prendem-se aos nossos narizes. Como o álcool é um composto volátil, solta muitos odores. Por isto, perfumes são feitos com álcool.</p>
<p>Odores são sentidos pelo nosso cérebro através do sistema límbico, que é uma parte de nosso cérebro que também lida com emoção, comportamento, motivação e memória a longo prazo. Por isto o cheiro traz lembranças antigas. Quando cheiramos coisas, podemos fazê-lo de duas formas. Uma forma é através de nossas narinas e a outra é através do fundo de nossas gargantas até nossa cavidade “retro nasal”.</p>
<p>Existem pesquisas que mostram que o hemisfério direito do nosso cérebro é melhor na distinção de cheiros. Esta pode ser a razão pela qual você pensa que a narina direita é tem mais capacidade de cheiro que a narina esquerda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é sabor?</strong></p>
<p>Sabor é a combinação de aroma, gosto e paladar para criar um perfil completo do que você está comendo ou bebendo.</p>
<p>Como aplicar estes conceitos na sua rotina diária?</p>
<p><strong>Você adora um vinho em particular? Bem, você pode na verdade gostar de um perfil específico de sabor, algo que pode ser aplicado em muitas variedades de vinho. Assim, você tem um mundo de vinhos e comidas para explorar!</strong></p>
<p>Tradução livre de artigo originalmente publicado pela Wine Folly.</p>
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		<title>Qual a melhor temperatura para servir vinho?</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/qual-melhor-temperatura-para-servir-vinho/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2014 21:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinho para Iniciantes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A temperatura na qual eu armazeno ou sirvo o vinho, pode influenciar em sua aroma e sabor? Sim, o objetivo de servir o vinho na temperatura correta é possibilitar que você aproveite o aroma do mesmo em sua plenitude, influenciando no sabor e na sua experiência. Você já tomou algum vinho que adorou um certo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A temperatura na qual eu armazeno ou sirvo o vinho, pode influenciar em sua aroma e sabor?</p>
<p>Sim, o objetivo de servir o vinho na temperatura correta é possibilitar que você aproveite o aroma do mesmo em sua plenitude, influenciando no sabor e na sua experiência.</p>
<p>Você já tomou algum vinho que adorou um certo dia, mas quando foi abrir uma garrafa em um outro dia, o sabor não era o mesmo? Lembre-se que além da temperatura no momento de servir, a temperatura de armazenamento e a qualidade da taça também influenciam no aroma e no sabor.</p>
<p>Se o vinho for servido a uma temperatura acima da ideal, o sabor de álcool estará acentuado demais. Se o vinho for servido a uma temperatura abaixo do ideal, o sabor e aroma característicos do vinho serão reduzidos.</p>
<p>Se você não possuir uma adega em casa, lembre-se que a temperatura ambiente normalmente estará acima da ideal para um vinho tinto (principalmente no verão), então considere deixar a garrafa em um ambiente fresco ou colocá-lo na geladeira por alguns minutos para atingir a temperatura correta. Da mesma forma, caso o vinho branco esteja na geladeira e a temperatura for abaixo da ideal, retire-a da geladeira alguns minutos antes de servir.</p>
<p>As temperaturas listadas abaixo variam de acordo com o tipo de vinho e devem ser usadas como parâmetro para que você aproveite ao máximo os aromas e sabores do vinho que será degustado:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <strong>Vinhos Tintos Encorpados</strong> – <em>de 18 a 20 graus</em></p>
<p>- <strong>Vinhos Tintos de Corpo Médio</strong> – <em>de 16 a 18 graus</em></p>
<p>- <strong>Vinhos Tintos Leves</strong> – <em>de 14 a 16 graus</em></p>
<p>- <strong>Vinhos Roses</strong> – <em>de 12 a 14 graus</em></p>
<p>- <strong>Vinhos Brancos Secos</strong> – <em>de 10 a 12 graus</em></p>
<p>- <strong>Vinhos Brancos Suaves ou Doces</strong> – <em>de 8 a 10 graus</em></p>
<p>- <strong>Champagne e Espumantes</strong> – <em>de 4 a 6 graus</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A temperatura ideal de armazenamento para todos os vinhos é de 12 a 18 graus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Infografico-Temperaturas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-81" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/06/Infografico-Temperaturas-103x300.jpg" alt="Infográfico Temperaturas Vinh" width="103" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infográfico originalmente publicado em <a href="http://www.blogyourwine.com/wine-serving-temperatures-infographic/">http://www.blogyourwine.com/wine-serving-temperatures-infographic/</a></p>
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		<title>Casa Valduga &#8211; Premiações no Concurso Internacional de Vinhos do Brasil</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/casa-valduga-premiacoes-concurso-internacional-de-vinhos-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2014 20:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa valduga]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos premiados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A sétima edição do Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, único no Brasil com chancela da OIV e da UIOE, contou com um número recorde de amostras, o maior júri da história, consolidando-se como o maior evento da América Latina. Realizado de 8 à 11 de abril no Hotel &#38; SPA do Vinho, no Vale dos Vinhedos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-52" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/topo_post.jpg" alt="topo_post" width="590" height="403" /></p>
<p>A sétima edição do Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, único no Brasil com chancela da OIV e da UIOE, contou com um número recorde de amostras, o maior júri da história, consolidando-se como o maior evento da América Latina. Realizado de 8 à 11 de abril no Hotel &amp; SPA do Vinho, no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, reuniu um painel internacional de 66 degustadores de 11 países que avaliaram 709 amostras de 18 países.<span id="more-49"></span></p>
<p>Dentre os premiados, cinco foram da Casa Valduga, o <strong>Brut 130</strong>, espumante ícone da vinícola, recebeu medalha de ouro. Além deste espumante, também foi premiado com medalha de prata o <strong>Espumante Reserva Blush safra 2011</strong>. Dois rótulos de vinhos premium da marca foram agraciadas com medalha de prata: o <strong>Identidade Gewurztraminer, safra 2013</strong>, e o <strong>Raízes Corte, safra 2010</strong>. Além destes produtos, também recebeu medalha de prata a <strong>Grappa Envelhecida Cabernet Sauvignon</strong>.</p>
<p>&#8220;Buscamos excelência na elaboração em todas as nossas linhas de vinhos, espumantes e destilados. A diversidade de premiações comprova que nosso trabalho atende as expectativas sobre as mais criteriosas avaliações&#8221;, comenta João Valduga, enólogo e sócio-proprietário da Casa Valduga.</p>
<p>Conheça a seleção</p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-130-brut-750ml-p4027/"><img class="alignnone  wp-image-57" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-130-brut-750ml.jpg" alt="casa-valduga-130-brut-750ml" width="178" height="288" /></a></p>
<p><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-130-brut-750ml-p4027">Casa Valduga 130 Brut (750ml)</a></span></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-reserva-espumante-blush-25-750ml-p4160"><img class="alignnone size-medium wp-image-58" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-reserva-espumante-blush-25-750ml-185x300.jpg" alt="casa-valduga-reserva-espumante-blush-25-750ml" width="185" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-reserva-espumante-blush-25-750ml-p4160"><span style="font-weight: bold;">Casa Valduga Reserva Espumante Blush 25 (750ml)</span></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-identidade-branco-seco-premivm-gewurztraminer-750ml-p4157"><img class="alignnone size-medium wp-image-59" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-identidade-branco-seco-premivm-gewurztraminer-750ml-185x300.jpg" alt="casa-valduga-identidade-branco-seco-premivm-gewurztraminer-750ml" width="185" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-identidade-branco-seco-premivm-gewurztraminer-750ml-p4157"><span style="font-weight: bold;">Casa Valduga Identidade Branco Seco Premivm Gewurztraminer (750ml)</span></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-raizes-tinto-seco-gran-corte-750ml-p4153"><img class="alignnone size-medium wp-image-60" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-raizes-tinto-seco-gran-corte-750ml-185x300.jpg" alt="casa-valduga-raizes-tinto-seco-gran-corte-750ml" width="185" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-raizes-tinto-seco-gran-corte-750ml-p4153"><span style="font-weight: bold;">Casa Valduga Raízes Tinto Seco Gran Corte (750ml)</span></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-grappa-excellence-cabernet-sauvignon-200ml-p4066"><img class="alignnone size-medium wp-image-67" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-grappa-excellence-cabernet-sauvignon-200ml-185x300.jpg" alt="casa-valduga-grappa-excellence-cabernet-sauvignon-200ml" width="185" height="300" /></a></p>
<p><span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-grappa-excellence-cabernet-sauvignon-200ml-p4066">Casa Valduga Grappa Excellence Cabernet Sauvignon (200ml)</a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Casa Valduga &#8211; Conheça o Storia Merlot</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/casa-valduga-conheca-historia-storia-merlot/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2014 20:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa valduga]]></category>
		<category><![CDATA[storia merlot]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos premiados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Casa Valduga Storia Merlot (750ml) &#160;</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/merlot.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-63" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/merlot.jpg" alt="image description" width="900" height="1092" /></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-storia-merlot-750ml-p4029"><img class="alignnone size-medium wp-image-71" src="http://blog.demarseille.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casa-valduga-storia-merlot-750ml-185x300.jpg" alt="casa-valduga-storia-merlot-750ml" width="185" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.demarseille.com.br/casa-valduga-storia-merlot-750ml-p4029"><span style="font-weight: bold;">Casa Valduga Storia Merlot (750ml)</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A origem do vinho e sua história até a Roma Antiga</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/a-origem-do-vinho-e-sua-historia-ate-a-roma-antiga/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>- O que é o vinho? O vinho é o resultado da fermentação natural do suco de uvas, quando frutas maduras têm suas cascas rompidas e são atacadas por leveduras que transformam o açúcar em álcool. Desta maneira imagina-se que o homem primitivo tenha entrado em contato com este produto. Todos os vinhos, portanto, sejam [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- O que é o vinho?</strong></p>
<p>O vinho é o resultado da fermentação natural do suco de uvas, quando frutas maduras têm suas cascas rompidas e são atacadas por leveduras que transformam o açúcar em álcool. Desta maneira imagina-se que o homem primitivo tenha entrado em contato com este produto.</p>
<p>Todos os vinhos, portanto, sejam eles não espumantes, espumantes, fortificados ou aromatizados, são suco de uva fermentado. Eles podem ser tintos, brancos ou rosados, e de tipo seco, médio ou doce, com um teor alcoólico de 5,5º a 14º. Nos vinhos fortificados, é adicionada aguardente vínica, aumentando assim o volume alcoólico para 15º a 22º. O vinho espumante contém gás carbônico, natural, que é liberado ao se abrir a garrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Origem do vinho</strong></p>
<p>a) A videira é anterior ao surgimento do homem;</p>
<p>b) A Groelândia é o centro paleontológico;</p>
<p>c) Daí, a videira dispersou-se para o Oriente Médio, Ásia Menor, Egito, Grécia, Gália e Europa.</p>
<p>d) Os mais antigas escritos humanos, incluindo os da Babilônia e papiros do antigo Egito, contêm numerosas referências ao suco fermentado da videira.</p>
<p>e) Sem dúvida, a elaboração de vinhos foi uma prática corrente no Oriente Médio, há 3000 a.C.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Bíblia</strong></p>
<p>Há inúmeras referências na história sobre vinhos e uma delas esta registrada no capítulo 9 do Livro de Gênesis, que diz:</p>
<p>“Noé, após ter desembarcado os animais, plantou um vinhedo do qual fez vinho, bebeu, se embriagou e apareceu nu na sua tenda&#8230;”</p>
<p>Estas alegações nos fazem supor que:</p>
<p>a)  Onde quer que Noé morasse antes do dilúvio, existiam vinhedos.</p>
<p>b)  Noé já sabia fazer vinho.</p>
<p>c)   As videiras eram importantes e faziam parte da carga da arca.</p>
<p>d)  40 dias e 40 noites, chovendo, dentro de uma arca com, elefante, papagaio, macaco, mulher, sogra, nora, e depois ainda encalhar em cima de uma montanha&#8230; (deverá ter sido a causa da embriagues).</p>
<p>e)   Na Bíblia há inúmeras outros passagens sobre vinhos. No Novo Testamento, o vinho tem forte presença na origem do cristianismo.</p>
<p><strong>- O vinho no antigo Egito</strong></p>
<p>Seus habitantes relataram em papiros e através de inscrições os hábitos da sociedade da época, no consumo de vinhos em situações alegres e festivas. Na tumba de Tutankamon (mais ou menos 1350 aC) foram encontradas 36 ânforas de vinho, algumas com inscrições descrevendo origem, safra e indicativo de qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Grécia clássica</strong></p>
<p>A bebida foi levada à Grécia, sendo usado como produto alimentício  e no culto religioso a Dionísio. O vinho tinha ainda função medicamentosa, aparecendo tanto na literatura grega como na sua dramaturgia, sendo levado para o Sul da Itália quando da expansão grega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho na Roma antiga</strong></p>
<p>Desde a sua fundação, Roma e o futuro império adotaram os padrões da cultura helênica(grega) e a utilização do vinho nas suas diversas aplicações, introduzindo-o nas culturas dos povos bárbaros das terras conquistadas. O deus Dionísio dos gregos, transformou-se em Baco para os romanos.</p>
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		<title>Vinho &#8211; Quer dizer que existe diferença entre sabor, gosto e aroma?</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/vinho-quer-dizer-que-existe-diferenca-entre-sabor-gosto-e-aroma/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A notícia ruim é que as palavras sabor, gosto e aroma não tem exatamente o mesmo significado. A boa notícia é que é muito fácil aprender as diferenças entre Sabor x Gosto x Aroma e aprender estas diferenças fará você melhor na arte de beber e cozinhar. Inicialmente, vamos aos conceitos básicos: - Gosto: refere-se [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia ruim é que as palavras sabor, gosto e aroma não tem exatamente o mesmo significado. A boa notícia é que é muito fácil aprender as diferenças entre Sabor x Gosto x Aroma e aprender estas diferenças fará você melhor na arte de beber e cozinhar.</p>
<p>Inicialmente, vamos aos conceitos básicos:</p>
<p>- <strong>Gosto</strong>: refere-se aos sentidos dentro de nossa boca, incluindo a língua.</p>
<p>- <strong>Aroma</strong>: ocorre dentro de nosso nariz e inclui aspectos relacionados ao sentido do cheiro.</p>
<p>- <strong>Sabor</strong>: é a conversão do gosto e do aroma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é Gosto?</strong></p>
<p>O gosto ocorre dentro de nossa boca. O gosto está totalmente relacionado como a nossa língua e a nossa boca reagem com comida e bebida. Nossa língua tem 2 tipos de receptores. Um tipo de receptor é para o gosto, normalmente chamadas de “papilas gustativas” que podem ser encontradas em toda a superfície da língua. O outro é o paladar. O paladar é sentido por terminações nervosas livres nas superfícies da boca e da língua.</p>
<p>- O Gosto foca principalmente no Doce, Salgado, Amargo e Azedo.</p>
<p>- O Paladar foca principalmente na Viscosidade, Temperatura, Picante, Toque e Dor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é Aroma?</strong></p>
<p>As palavras aroma e bouquet são na verdade apenas palavras “pomposas” usadas para descrever odor. Odores são compostos voláteis minúsculos (flutuam no ar) e prendem-se aos nossos narizes. Como o álcool é um composto volátil, solta muitos odores. Por isto, perfumes são feitos com álcool.</p>
<p>Odores são sentidos pelo nosso cérebro através do sistema límbico, que é uma parte de nosso cérebro que também lida com emoção, comportamento, motivação e memória a longo prazo. Por isto o cheiro traz lembranças antigas. Quando cheiramos coisas, podemos fazê-lo de duas formas. Uma forma é através de nossas narinas e a outra é através do fundo de nossas gargantas até nossa cavidade “retro nasal”.</p>
<p>Existem pesquisas que mostram que o hemisfério direito do nosso cérebro é melhor na distinção de cheiros. Esta pode ser a razão pela qual você pensa que a narina direita é tem mais capacidade de cheiro que a narina esquerda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é sabor?</strong></p>
<p>Sabor é a combinação de aroma, gosto e paladar para criar um perfil completo do que você está comendo ou bebendo.</p>
<p>Como aplicar estes conceitos na sua rotina diária?</p>
<p>Você adora um vinho em particular? Bem, você pode na verdade gostar de um perfil específico de sabor, algo que pode ser aplicado em muitas variedades de vinho. Assim, você tem um mundo de vinhos e comidas para explorar!</p>
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		<title>Vinho 101 – Tipos de Uva</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>- Vitis Viníferas As videiras fazem parte de uma grande e diversificada família de plantas. Todas as uvas usadas na produção de vinho fino têm origem na espécie Vitis vinífera. Existem cerca de 5000 variedades de Vitis Viníferas, das quais em torno de 50 são aproveitadas pra fazer vinho. O tipo de uva usado determina [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- Vitis Viníferas</strong></p>
<p>As videiras fazem parte de uma grande e diversificada família de plantas. Todas as uvas usadas na produção de vinho fino têm origem na espécie Vitis vinífera. Existem cerca de 5000 variedades de Vitis Viníferas, das quais em torno de 50 são aproveitadas pra fazer vinho. O tipo de uva usado determina o caráter do vinho, apesar das condições de cultivo e do processo de produção também influenciarem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Principais Variedades de Viníferas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="335">VINIFERAS NOBRES</td>
<td colspan="2" width="293">VINÍFERAS ESPECIAIS&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Cabernet Sauvignon</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Nebiolo</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Cabernet Franc</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Sangiovese</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Merlot</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Tannat</td>
</tr>
<tr>
<td width="108">TINTAS</td>
<td width="227">Pinot Noir</td>
<td width="86">TINTAS</td>
<td width="208">Syrah</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Gamay Beaujolais</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Canaiolo</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Malbec</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Barbera</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Zinfandel</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Bonarda</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227"></td>
<td width="86"></td>
<td width="208"></td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Chardonnay</td>
<td width="86"></td>
<td width="208"></td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Gewurztraminer</td>
<td width="86"></td>
<td width="208"></td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Flora</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Trebiano</td>
</tr>
<tr>
<td width="108">BRANCAS</td>
<td width="227">Pinot Blanc</td>
<td width="86">BRANCAS</td>
<td width="208">Moscato</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Sauvignon Blanc</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Prosecco</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Riesling</td>
<td width="86"></td>
<td width="208">Malvasia</td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Sylvaner</td>
<td width="86"></td>
<td width="208"></td>
</tr>
<tr>
<td width="108"></td>
<td width="227">Semillon</td>
<td width="86"></td>
<td width="208"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>a)      </strong><strong>Cabernet Sauvignon</strong></p>
<p>Esta uva tinta é a mais conhecida no mundo. Além da Merlot, que em geral é misturada, é o tipo mais usado em Bordeaux e também no Novo Mundo. Estas uvas possuem taninos fortes que ajudam o vinho Cabernet Sauvignon a envelhecer (principalmente no carvalho), desde que se espere o tempo suficiente para o vinho amadurecer. Os melhores de seus vinhos são ricos em cor, aroma e intensos em sabor e com o tempo desenvolvem um gosto prolongado de cassis, groselha, ameixa, etc.</p>
<p>Pode acompanhar carnes vermelhas, como cordeiro, caças, aves de carne escura, molhos e temperos substanciosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>b)      </strong><strong>Merlot</strong></p>
<p>Este é o tipo de uva tinta mais cultivado em Bordeaux , onde é geralmente misturado com o Cabernet Sauvignon. A Merlot complementa muito bem a Cabernet Sauvignon por ser menos tânica e ácida, trazendo assim mais suavidade para os vinhos.</p>
<p>Seus aromas são de frutas maduras, com toques de chocolates e especiarias. Pode acompanhar carnes vermelhas, faisão, massas, carnes de gado e porco e queijos maduros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>c)       </strong><strong>Cabernet Franc</strong></p>
<p>Uva leve e pouco taninosa e de acidez média, com aromas de caramelos e frutas vermelhas. Pode acompanhar pizzas, carnes leves e queijos macios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>d)      </strong><strong>Pinot Noir</strong></p>
<p>Esta é a uva usada para fazer o vinho tinto na Borgonha. É extremamente sensível a condições climáticas, além do seu cultivo ter resultados limitados, tornando-a assim de produção difícil e cara. Pinot Noir faz um vinho tinto de cor clara e de corpo leve a médio, com um aroma de frutas vermelhas, como morangos, cerejas e framboesa.</p>
<p>Pode acompanhar massas leves, peixes cozidos ou assados, pizzas, pastéis de queijo e frituras.</p>
<p>Também a Pinot Noir é uma das principais variedades de uva usadas em Champanhe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>e)      </strong><strong>Syrah (Shiraz)</strong></p>
<p>Conhecida como Shiraz na Austrália e na África do Sul, a uva Syrah faz um vinho tinto escuro, encorpado, forte e de longa vida, principalmente se for envelhecido no carvalho. Repletos de taninos quando jovens, estes vinhos devem ficar guardados no mínimo por três anos.</p>
<p>O adaptável Shiraz: na Austrália, o Shiraz é usado para fazer o vinho espumante e o licoroso, além dos tintos, famosos em todo o mundo.</p>
<p>Apresenta aromas de couro, especiarias e frutas vermelhas. Podem acompanhar carnes de caça, javali, porco, linguiça e alimentos gordurosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>f)       </strong><strong>Tempranillo</strong></p>
<p>São as principais uvas tintas dos Riojas, geralmente com sabores e aromas bem marcados pela acentuada passagem pelo carvalho. Acompanha bem comidas plenas de sabor como porco assado, pernil de cordeiro, sendo normalmente um vinho muito rico e encorpado. Em Portugal, esta uva se chama Tinta Roriz e entra na composição dos vinhos do Porto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>g)      </strong><strong>Nebiollo</strong></p>
<p>São as uvas tintas dos vinhos italianos Barolo, que são um dos vinhos mais encorpados e tânicos do mundo, exigindo um mínimo de cinco anos de envelhecimento na garrafa para se desenvolverem. Seus aromas são de alcatrão, violetas, ameixas secas e chocolate amargo. Podem acompanhar além dos pratos regionais, carnes mal passadas, ensopados, caças e alimentos generosos em sabores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>h)      </strong><strong>Sangiovese</strong></p>
<p>É uma das principais uvas tintas dos Chianti e Valpoliccela, simbolizando o próprio sabor da Itália, com vinhos apresentando elevada acidez e taninos moderados, apresentando aromas de tabaco e cereja. Pode acompanhar massas, molhos vermelhos, pizzas, linguiças, javalis e carnes grelhadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>i)        </strong><strong>Chardonnay</strong></p>
<p>Indiscutivelmente o tipo de uva branca mais popular do mundo, em parte por sua natureza simples e versatilidade quanto à produção do vinho. É usada para fazer o tradicional vinho branco da Borgonha, e também um dos três tipos usados para se fazer Champanhe. Vinhos feitos desta uva são secos, leves (sugerindo maçã), de corpo médio, ou mesmo bem encorpados (amanteigados), dependendo de como são feitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Envelhecimento no Barril: responde bem ao envelhecimento no carvalho, o que dá ao vinho uma intensidade de sabor não alcançada em outras uvas brancas.</p>
<p>Originária da França e presente em quase todas as regiões vinícolas do mundo, é chamada de rainha das uvas brancas, de coloração amarelo dourado, aspecto límpido e brilhante. Seu caráter aromático une notas de frutas secas, amêndoas doces, mel, maçã, pêssego e abacaxi. Na boca, torna-se generoso e complexo. Pode acompanhar aves de carne branca, crustáceos e moluscos, queijos macios, etc</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>j)        </strong><strong>Gewurztraminer</strong></p>
<p>Esta uva apresenta o aroma mais peculiar entre todas as uvas brancas, tem um perfume floral e aromas de gengibre e especiarias, sendo geralmente bastante encorpado com textura untuosa, elevado teor alcoólico e acidez pronunciada. Pode acompanhar peixes, aves de carne branca, ostras e lagostas, pratos condimentados e cozinha oriental, queijos mais fortes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>k)      </strong><strong>Riesling Itálico</strong></p>
<p>Com baga pequena, redonda e transparente, pele espessa e sabor adocicado, produz vinho com frescor e aroma frutado. Pode acompanhar peixes, saladas, carnes brancas, crustáceos, queijos, carnes frias, tomates secos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>l)        </strong><strong>Sauvignon Blanc</strong></p>
<p>Imediatamente reconhecido pelos sabores herbáceos e florais, assim como pelo estilo penetrante e seco e de elevada acidez, o que confere vivacidade e frescor. Pode acompanhar pratos com acidez pronunciada do limão, tomate, saladas. O Sancerre e o Pouilly Fumé, originários do Loire, são os Sauvignon Blanc mais conhecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>m)    </strong><strong>Moscatel</strong></p>
<p>Lembra o sabor das respectivas uvas, podendo acompanhar sobremesas e sorvetes, saladas de frutas e mousses de chocolate (é usado também para espumantes suaves, tipo Asti).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Vinho 101 – A Videira e seu fruto: a Uva</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>- Anatomia da Uva O principal segredo de um bom vinho é a qualidade da matéria-prima, a uva. As variações no sabor do vinho se devem às seguintes diferenças entre os tipos de uva: • Tamanho: quanto menor for a uva, mais concentrado será o seu sabor. • Cor e espessura da película: dão ao [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- Anatomia da Uva</strong></p>
<p>O principal segredo de um bom vinho é a qualidade da matéria-prima, a uva.</p>
<p>As variações no sabor do vinho se devem às seguintes diferenças entre os tipos de uva:</p>
<p>• Tamanho: quanto menor for a uva, mais concentrado será o seu sabor.</p>
<p>• Cor e espessura da película: dão ao vinho (especialmente ao tinto e ao rosado) a cor e a maioria das qualidades aromáticas.</p>
<p>• Equilíbrio de acidez/açúcar: determina a doçura e o teor alcoólico do vinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Fatores que influenciam a qualidade</strong></p>
<p>a)            Região/local de cultivo da videira;</p>
<p>b)           Características do solo/topografia;</p>
<p>c)            Região cultivar e porta-enxerto;</p>
<p>d)           Safra/condições climáticas (grau de maturação);</p>
<p>e)           Condições de cultivo (espaçamento, condução&#8230;);</p>
<p>f)            Manejo agronômico do vinhedo;</p>
<p>g)            Técnicas de vinificação (fermentação e maceração);</p>
<p>h)           Condições de estabilização e envelhecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Terroir</strong></p>
<p>É a combinação de imutáveis fatores naturais tais como solo, as rochas, o clima (sol, chuvas, vento, etc.), a inclinação da colina, a altitude de um determinado vinhedo. É possível que não haja dois vinhedos no mundo inteiro com a mesma combinação destes fatores. O “terroir” é o princípio de orientação por trás do conceito Europeu de que os vinhos devem ser denominados a partir do local de origem, fazendo com que o nome da região sugira quais uvas foram usadas para fabricar o vinho daquela região. Consequentemente, o nome de mais peso que um vinho pode ter é o da região onde cresceram as uvas e não o nome das uvas propriamente ditas, como acontece no Novo Mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O Clima</strong></p>
<p>As uvas variam quanto às suas necessidades, mas as videiras geralmente crescem dentro de certos limites. Uma temperatura anual média de 14º a 15º C é o ideal. O verão não deve ser muito quente, e nem o outono muito frio. A chuva, por volta de 675ml por ano, deve cair no inverno e na primavera; chuva demais no verão e no outono pode prejudicar as uvas. O tempo é uma preocupação constante: geadas, ventos fortes, granizo e chuva forte são os principais perigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Solo</strong></p>
<p>Um antigo provérbio entre vinhateiros que diz que quanto pior for o solo melhor será o vinho se refere ao fato de que a videira necessita de um solo de boa drenagem. O solo deve reter umidade sem ficar alagado. Solos quentes como de cascalho e areia retêm calor, o que acelera a maturação, e um solo frio, como o argiloso, a retarda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Topografia</strong></p>
<p>• As variações topográficas criam “micro climas” que diferem do clima predominante.</p>
<p>Possuindo uma concentração de luz solar e melhor drenagem, as encostas de um modo geral são mais apropriadas para vinhedos do que terras planas, que são férteis demais.</p>
<p>• Encostas que dão para o norte, no hemisfério sul, recebem mais sol e consequentemente são mais quentes; no hemisfério norte é o oposto. Em regiões quentes, as encostas mais frescas tendem a ser cultivadas.</p>
<p>• A altitude afeta a temperatura: as uvas levam mais tempo para amadurecer em vinhedos mais elevados e de clima fresco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O Ciclo de Vida da Videira</strong></p>
<p>Quando as videiras dormentes começam a mostrar a seiva, o primeiro estágio de crescimento está prestes a começar. Os brotos aparecem primeiro, seguidos da folhagem e das flores em um período de 8 semanas. As videiras são podadas duas vezes ao ano. Todas as flores polinizadas e fertilizadas viram uvas, que aos poucos mudam de cor à medida que amadurecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- A Colheita</strong></p>
<p>A decisão de quando colher as uvas é uma agonia para o vinhateiro/enólogo. À medida que as uvas amadurecem, o nível de acidez diminui, enquanto o açúcar, a cor e os taninos aumentam. A acidez necessária a um vinho deve ser equilibrada com o desejo de doçura adquirido com o amadurecimento. O vinho tinto se beneficia de uvas mais amadurecidas, mas uma colheita tardia aumenta o risco de danos causados pelo apodrecimento, granizo e geada de outono.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>História do vinho da Idade Média até o Mundo Novo</title>
		<link>https://blog.demarseille.com.br/historia-do-vinho-da-idade-media-ate-o-mundo-novo/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 12:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eric Menau]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[História do Vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Seguindo nossa história do vinho, neste post contamos a evolução partindo da Idade Média até o Mundo Novo. - O vinho na Idade Média • Os europeus medievais bebiam mais vinho do que nos dias de hoje, por prazer, em comemorações ou como indicação curativa de várias doenças. O vinho ganhou importância com a expansão [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo nossa história do vinho, neste post contamos a evolução partindo da Idade Média até o Mundo Novo.</p>
<p><strong>- O vinho na Idade Média</strong></p>
<p>• Os europeus medievais bebiam mais vinho do que nos dias de hoje, por prazer, em comemorações ou como indicação curativa de várias doenças. O vinho ganhou importância com a expansão do Cristianismo, como elemento sacro e tornou-se popular com Carlos Magno que protegeu os parreirais.</p>
<p>• Inúmeras cidades medievais eram circundadas por parreirais, dentro e fora das suas muralhas. Obviamente, a qualidade do vinho medieval não deveria ser tão boa e os consumidores da época possuíam uma língua mais adaptada a um paladar ácido.</p>
<p>• Com uma área plantada maior que a atual, era de se supor que o consumo também fosse muito maior. Em 1991 cada italiano tomava em média 65 litros de vinho por ano. Historiadores demonstram que no século XIV na região de Chianti eram consumidos de 260 a 420 litros de vinho por habitante a cada ano. O vinho da Europa medieval tinha indicações médicas precisas, sendo servido nos hospitais, que muitas vezes cultivavam seus próprios vinhedos como fonte alternativa de renda, que viabilizava o tratamento de pessoas sem recursos. Como o vinho medieval era ácido e quase intragável, nos mosteiros cabia ao mestre cantineiro produzir o bom vinho a partir de técnicas disponíveis na época, como a clarificação com leite, adição de enxofre, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Prescrição do médico Catalão (século XIV)</strong></p>
<p>Sobre os aspectos medicinais dos vinhos emulsionados com ervas, escreveu Arnoudus Vila Nova, médico Catalão no século XIV:</p>
<p>“Este vinho tem propriedades maravilhosas. Pode ser utilizado nos piores dias da doença. Amansa a cobiça e seu aroma alegra a alma. Ele dá forças a todos os membros, aplana as veias, e ao lavar o rosto com ele, revela uma bela aparência. Ele aprimora o paladar da boca. Quando se lava a cabeça com tal vinho, os cabelos deixam de cair, além de promover o crescimento de novos.</p>
<p>Sua utilização afasta todas as coisas más, expulsa a melancolia, aumenta a força do coração e conserva a juventude. Talvez o uso contínuo evite a preguiça do corpo, fortifica os dentes e as gengivas, quando se lava frequentemente um tumor com ele, este sara, fístulas e coisas semelhantes secam e curam-se. Quem bebe pão embebido neste vinho terá mais forças nos membros.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- O vinho no século XVII, a aceitação da garrafa e da rolha</strong></p>
<p>A progressiva aceitação da garrafa e da rolha em meados do século XVII, alteraram radicalmente o panorama tornando a atividade vinícola uma atividade financeira importante para os países produtores, visto que alguns vinhos passaram a ser indispensáveis em muitas cortes europeias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Pasteur</strong></p>
<p>Até o século XIX, a maioria dos vinhos eram consumidos dentro do ano de elaboração, devido às dificuldades de conservação. Pode-se dizer que com Pasteur, nasceu a moderna Enologia, combinação da Biologia e Química aplicadas ao estudo do vinho. A Enologia é de certo modo, a medicina do vinho. O vinho não é elaborado em laboratórios, mas é nele que se estuda, se analisa e investiga as medidas necessárias para conservar a qualidade e prevenir enfermidades e acidentes. É preciso harmonizar a técnica moderna com o respeito à tradição, para se obter um grande vinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Século XIX, praga da Philoxera</strong></p>
<p>A partir de 1870, grande parte dos vinhedos europeus foi devastada por uma praga agrícola chamada de Philoxera, que atacava as raízes das parreiras.</p>
<p>A salvação dos vinhedos somente foi possível graças a enxertia sobre porta-seixos de videiras americanas, que eram resistentes a esta praga. (o Chile foi um dos raros países poupados, dada sua condição geográfica).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- Implantação de vinhedos no Novo Mundo</strong></p>
<p>No final do século XIX também foi importante a implantação de vinhedos de qualidade nos países do Novo Mundo (América, Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, etc&#8230;).</p>
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